Ao regressar de Cabo Verde…

Chegámos a Portugal com os olhos cheios das cores vibrantes com que as crianças pintaram a sua vida, com a boca ainda com o sabor da cachupa na frigideira, com as mãos cheias de barro, com os ouvidos embebidos em crioulo, com o nariz habitado pelo cheiro do milho verde e claro, com o coração cheio de histórias. Ainda temos um longo caminho de reflexão e criação até o próximo livro estar pronto, mas uma coisa é certa, será um objeto para ler com o corpo todo, como acontece sempre numa viagem!



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